A música, de uma forma geral (mais que os filmes), faz latejar em mim essa reflexão sobre amor e dor que caracteriza a vida da maioria das pessoas. Algumas dão a sensação de que o compositor invadiu a sua casa, fuçou nas suas coisas, tirou uma ‘chapa’ do seu peito e fez a obra sobre o seu momento de vida.
__ “Puxa, por que não fui eu quem escreveu isso?”
Porque não tenho a capacidade de musicar e letrar a vida em versos, apenas de senti-la, cantá-la e arriscar-me na prosa.
O Guilherme Arantes tem. Ele é um desses que entram na vida das pessoas e musicam os sentimentos, fazendo parecer que esteve ali, dentro de nós, segundos antes.
A música a seguir é uma das minhas chapas de raio-x da hora. Como todo exame perde a validade em 3 meses, vejamos se daqui a 3 ainda estarei para Guilherme ou para Baleiro. Hoje, porém, tudo em mim é G.A., e essa uma noite à meia-noite, à meia-luz, pensando em como ser mais livre, como ser capaz de enxergar um novo dia... Vale a pena amar e sentir dor com tal cereja musical, que divido com vocês.
Quando eu fui ferido
Vi tudo mudar
Das verdades que eu sabia...
Só sobraram restos
Que eu não esqueci
Toda aquela paz que eu tinha...
Eu que tinha tudo
Hoje estou mudo, estou mudado
À meia-noite, à meia luz
Pensando...
Daria tudo, por um modo de esquecer...
Eu queria tanto
Estar no escuro do meu quarto
À meia-noite, à meia luz
Sonhando....
Daria tudo, por meu mundo e nada mais...
Não estou bem certo
Que ainda vou sorrir
Sem um travo de amargura...
Como ser mais livre
Como ser capaz
De enxergar um novo dia...
Eu que tinha tudo
Hoje estou mudo, estou mudado
À meia-noite, à meia luz
Pensando...
Daria tudo, por um modo de esquecer...
Eu queria tanto
Estar no escuro do meu quarto
À meia-noite, à meia luz
Sonhando....
Daria tudo, por meu mundo e nada mais...

Nenhum comentário:
Postar um comentário